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Projeto “Mão Amiga” gera economia para o município e proporciona ressocialização dos reeducandos

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Uma união entre Poder Executivo e Judiciário está dando certo, e resultou no projeto “Mão Amiga”. Um trabalho que traz benefícios como – economia para os cofres públicos e ainda prepara os reeducandos para novas oportunidades de mudança de vida e reinserção na sociedade, ainda com novos ensinamentos profissionais.

O projeto visa ressocializar por meio do trabalho, os infratores da lei, e isso, vêm dando certo. Atualmente, 60 reeducandos do Centro de Ressocialização de Sorriso, trabalham em vários locais da cidade, como – Horto Florestal Sebastião Almeida da Silva, Fábrica Municipal de Artefatos, revitalização em escolas, sede da Polícia de Militar, unidades de saúde, sinalização das ruas, bem como, outros locais da cidade.

“A mão de obra deles é fundamental, eles tem contribuindo muito para a nossa cidade. Eles nos atende com muito respeito e com isso, estamos conseguindo fazer uma parceria muito boa e aproveito para agradecer cada reeducando, pois, com isso, a população tem uma cidade bonita, mais agradável e com melhor qualidade de vida”, destacou Gerson.

O “Mão Amiga” foi implantando depois da aprovação da Câmara de Vereadores, através do Projeto de Lei 2974/2019, que autoriza o Poder Executivo Municipal a firmar Termo de Acordo de Cooperação com a Fundação Nova Chance (FUNAC) e o Conselho da Comunidade da Comarca de Sorriso, por intermédio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP).

O “Mão Amiga”, conta com a parceria direta do Poder Judiciário, através da juíza Emanuelle Chiaradia Navarro Mano, que é uma das apoiadoras do projeto.

“Se tem uma coisa que salva o ser humano, é o trabalho, não tem segredo. Este projeto traz essa visão para eles, que não tem outro caminho que não seja o trabalho”, declarou a juíza.

Além, de deixarem esta importante contribuição para cidade, os reeducandos ainda contam com a redução de pena, sendo que, a cada três dias de trabalho, resultam em um dia a menos de encarceramento. Além, da remissão de pena, outro fator importante é a mudança positiva de comportamento de cada reeducando envolvido no projeto. Segundo o diretor do Centro de Ressocialização de Sorriso, Enilson de Castro, esta mudança é visível.

“A mudança comportamental e também de linguagem, voltado à sociedade e aos colegas, é muito boa”, esclareceu Castro.

O projeto que já está em andamento, foi apresentado na noite de ontem (17), no Centro de Eventos Ari José Riedi. Na oportunidade, foi apresentado o II Sarau Literário dos Reeducandos, com apresentações que emocionaram todos os presentes.

DA ASSESSORIA/Amália Fernandes/Fotos: Cleiton Isidoro