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Vereadores convocam diretor da AGER para dar explicações sobre a não intervenção na empresa Águas de Sorriso

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Na realização da primeira sessão ordinária do ano, foi apresentado o Requerimento 011/2020, requerendo que o Sr. Gilmar Ribas de Campos, Diretor Presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município de Sorriso, compareça ao Plenário da Câmara Municipal de Sorriso, no dia 10/02/2020 às 09 horas, para prestar esclarecimentos acerca do parecer emitido sobre a não intervenção na concessionária Águas de Sorriso.

O inadimplemento, pela Concessionária, de obrigações de investimentos fixadas no Contrato de Concessão nº 047/2000 e impostas pelas Leis Municipais que regem a Concessão, com consequente prejuízo à necessária ampliação de capacidade do sistema público municipal de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

O alto índice de reclamações recebidas diariamente por este Parlamento e seus Vereadores, onde resta claro e evidente a insatisfação geral da população com os serviços de fornecimento de água e coleta de esgoto prestados pela Concessionária Águas de Sorriso S.A.

Alguns dos prazos estipulados pelo Contrato de Concessão de nº. 047/2000, firmado entre a Concessionária e o Município de Sorriso, já se encontram vencidos e sem qualquer perspectiva de prazo para finalização e entrega das obras necessárias;

O péssimo serviço de recapeamento do asfalto das vias públicas do Município de Sorriso que vêm sendo realizado pela Concessionária Águas de Sorriso S.A. nos pontos onde estes, sem autorização do município, realizam cortes no asfalto e posteriormente recuperam de maneira superficial através da colocação de massa asfáltica.

Os inúmeros casos envolvendo o fornecimento de água com excesso de cloro causando diversos prejuízos financeiros aos consumidores, inclusive, com risco eminente a própria saúde dos munícipes que consomem diretamente a água que é fornecida pela Concessionária.

A existência de inúmeras reclamações de consumidores quanto a existência de cobranças indevidas por parte da Concessionária, bem como a existência de superfaturas de fornecimento de água que chegam próximas a um salário mínimo nacional.

A destinação inadequada do esgoto sanitário realizado pela Concessionária, da qual, foi inclusive multada recentemente pelo poder público local, bem como o mau cheiro existente em diversos bairros do nosso município advindo das centrais de coleta e tratamento de esgoto.

Diante de todos os considerando a AGER emitiu parecer desfavorável a intervenção motivo pelo qual se requer o comparecimento à Câmara Municipal para prestar esclarecimento.

“Nossa população tem o direito de saber os motivos de não se realizar a intervenção. Não podemos aceitar que toda uma cidade fique no prejuízo com os serviços realizados por esta empresa”, destacou Claudio Oliveira, presidente da Câmara de Vereadores.

DA ASSESSORIA/Salles Fernandes