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Sorriso: Reunião define ações de abordagens às pessoas em situação de rua

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Retomada dos trabalhos vem reforçar as ações dos programas e projetos existentes no município

A decisão de morar nas ruas se deve a diferentes fatores, entre eles: ausência de vínculos familiares, desemprego, violência, alcoolismo, doença mental, uso de drogas, sendo o último o mais recorrente e comum. Nesse contexto, percebe-se que esse conjunto de questões é de cunho social, assim como de saúde pública, e, portanto, devem ser tratadas como prioridade.

Com o propósito de amenizar a situação de indigência, a secretaria municipal de Assistência Social (Semas) realiza o trabalho de acolhimento e direcionamento da população que reside nas ruas. Lembrando que o direito de um termina, quando começa o do outro.

As abordagens acorrem nos dois pontos mais críticos; Praça da Juventude e Área Verde central. Na ocasião, os moradores de rua são orientados a aderirem ao serviço de acolhimento provisório ou receber auxílio no retorno ao mercado de trabalho, à família ou cidade de origem.

Para alinhar assiduidade de abordagens, reunira-se nesta tarde de 13 de outubro, o Prefeito Ari Lafin, a primeira-dama e secretária de Assistência Social, Jucélia Ferro, representantes do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centro de Atenção Psicossocial (Caps), das polícias Civil e Militar, da Defensoria Pública, da Cia de Bombeiros, das secretarias de Saúde e Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil.

Durante a reunião, o Prefeito destacou a importância da frequência dos trabalhos para diminuir a quantidade de moradores de rua, em Sorriso. “Precisamos voltar a atuar com agenda positiva. Somar forças com as secretarias municipais, através dos programas que estão sendo desenvolvidos. Depois do acolhimento buscar encaminhamento adequado, sem tolher o direito de ir e vir. São seres humanos que merecem nosso cuidado”, observou Ari.

Segundo a secretária de Assistência Social, o objetivo é formar uma força-tarefa para juntos intensificar as abordagens. “Vamos realizar ações de duas a três vezes por semana, com ações firmes respeitando o direito de ir e vir. Nosso papel é fazer a acolhida e averiguar caso a caso, fazer o encaminhamento quer seja para tratamento, trabalho ou volta pra casa. Findada nossa etapa, faremos os encaminhamentos necessários, até a reintegração junto à família e a sociedade. Se essa for a vontade do morador de rua. O município oferta todo respaldo quando a pessoa quer ser ajudada, porém diante da negativa nada podemos fazer”, disse Jucélia.

DA ASSESSORIA