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Sorriso: Prefeitura cria um protocolo para acompanhar servidores em processo de readaptação de função

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Oferecer uma atenção mais humanizada aos servidores que vivenciam o processo de readaptação de função, tanto de ordem física ou psíquica, seja por conta de uma doença ou um acidente. É esta uma das ações propostas pelo Departamento de Recursos Humanos (DRH) da Prefeitura de Sorriso, que foi estruturado de maneira efetiva recentemente, e, junto com o Departamento Geral de Pessoal (DGP), faz o trabalho de gestão junto aos servidores públicos municipais, dentro da Secretaria Municipal de Administração (Semad).

“Todo este trabalho de formatação do projeto de readaptação de função junto aos servidores tem como objetivo garantir que o processo seja produtivo tanto para o servidor quanto para a instituição, contribuindo primordialmente, para o restabelecimento da saúde deste profissional, o que, consequentemente, causa um impacto positivo em seu trabalho e nos demais aspectos de sua vida”, detalha o titular da Semad, Estevam Húngaro Calvo Filho, acrescentando que todo este fluxograma de ações será analisado de forma conjunta com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Sorriso (Sinsems) e com a Câmara de Vereadores assim que for definitivamente formatado.

Entre os objetivos do projeto de readaptação de função, está a acolhida deste servidor pela equipe do DRH, por meio de uma avaliação que permitirá aos profissionais do setor balizar de que maneira o funcionário que precisa da readaptação poderá seguir com suas funções ou se há a necessidade de colocá-lo em uma nova atividade laboral. Este trabalho será feito de maneira articulada com o DGP e a secretaria de origem do servidor que necessita da readaptação.

“Da mesma forma que serão analisadas as questões de saúde do servidor, também serão avaliadas as suas atuais condições de trabalho, quais atividades que ele vinha exercendo e quais ele poderá exercer, considerando suas limitações”, explica a psicóloga do trabalho, Cristiane Gheno.

A diretora do DRH, Júlia Nólio, acrescenta que além de acolher e acompanhar o servidor no processo de readaptação, o departamento também criará um grupo, que, mesmo não tendo finalidade psicoterapêutica, fornecerá a todos servidores em processo de readaptação uma série de informações sobre a legalidade do processo, o impacto na carreira e na aposentadoria e também permitirá a análise de questões relativas às expectativas e frustrações acerca das novas funções.

DA ASSESSORIA/NÁDIA MASTELLA
FOTOS: AMÁLIA FERNANDES

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