Compareceu na Delegacia de um polícia um homem para relatar um fato ocorrido no dia 24 no Hospital Regional de Sorriso.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!Conta o pai que no dia 24 de janeiro, sua esposa gestante deu entrada no Hospital devido a contrações, onde diante da situação, os médicos começaram a induzir o parto, que não havendo dilatação, a mulher voltou para casa com remédios.
Segundo o Boletim de ocorrência, na madrugada de terça feira (26/01), a mulher de 20 anos, teve sua bolsa amniótica rompida, assim, foi para o hospital, porém devido ainda não ter dilatação, o médico resolveu esperar, dando mais remédio para induzir o parto.
Diante da situação, a família da mulher e seu esposo começaram a pressionar o hospital para que fosse feito uma cesárea pela saúde do bebe.
Após isso, o médico foi até a paciente e afirmou que iria fazer a cesárea pois já estavam “enchendo muito seu saco”. Assim, até que a cirurgia se iniciasse, o bebe ficou no útero de sua mãe ingerindo liquido e fezes.
Após o nascimento, outro médico decidiu intubar a bebê, tal qual ficou até o dia 03 de fevereiro, onde foi confirmado seu óbito.
O pai e sua família alegam negligência médica por parte do médico, que sem motivos não quis operar a gestante.
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