A PM foi solicitada na noite deste sábado (13/02) para atender uma ocorrência de agressão na Rua Arquipélago no Rota do Sol.
Segundo as informações, a mãe da adolescente de 16 anos, informou que sua filha havia saído de casa na à tarde da última sexta-feira e só apareceu neste sábado.
Ao ser questionada para onde tinha ido, a adolescente pegou uma garrafa e partiu para cima da mãe.
O padrasto da adolescente interferiu na briga para evitar a agressão, porém a vítima ainda sofreu lesões na altura das costas e no braço esquerdo.
Na presença dos policiais adolescente interferiu na conversa quando a mãe explicava a situação dizendo:” CALA TUA SE NÃO VOU CUSPIR E BATER NA SUA CARA”.
A vítima suspeita que sua filha estivesse sob efeito de drogas e álcool.
A adolescente foi apreendia e encaminhada a delegacia para providencias.
Na data de ontem (13), foi localizado por um pescador as margens do Rio Teles Pires no Distrito de Boa Esperança o corpo de um homem.
A polícia já possuía denúncias sobre um homem que havia sido torturado e executado, tendo seu corpo jogado no rio e desde então está desaparecido a cerca de 20 dias na região do Salto Magessi.
De acordo com informações, o corpo em avançado estado de decomposição possui grandes indícios de ser a vítima.
Após a denúncia do crime, o Corpo de bombeiros realizava buscas no local, porém nada havia sido encontrado.
Segundo a denúncia, dois rapazes foram atraídos por uma mulher após um deles postar um vídeo de uma facção criminosa na rede social.
Depois de serem atraídos, foram amordaçados, torturados e levados até o Salto Magessi, onde segundo uma das vítimas, o seu colega foi alvejado por disparos e jogado no rio, já o mesmo conseguiu pular antes de ser atingido pelos disparos evitando ser morto e procurando a polícia no dia seguinte.
Um ônibus ocupado por 12 pessoas tombou na madrugada deste sábado (13), por volta das 02h45, em uma estrada vicinal próximo ao Assentamento Pontal do Marape, cerca de 160 km de Nova Mutum-MT.
Segundo informações preliminares, o veículo teria saído de Nova Mutum por volta das 23h00, com destino a uma propriedade rural na comunidade Pontal do Marape para realizarem o carregamento de duas cargas de aves. Chegando próximo ao destino, cerca de 2 km, o motorista acredita que cochilou ao volante e acabou saindo fora da estrada vindo a tombar o veículo dentro de uma represa.
Após o ocorrido todos os passageiros desocuparam o veículo, apenas uma das vítimas se queixou de dores no joelho e foi encaminhada ao Hospital.
As demais vítimas foram transferidas para outro veículo e retornaram para a cidade, todos passam bem.
Um guincho foi acionado para retirar o veículo do local.
O início desta noite de sábado (13) começou turbulenta com um homicídio no bairro São José.
De acordo com informações, o homicídio teria se iniciado em uma discussão entre amigos, onde devido a exaltação do momento, um suspeito realizou cinco disparos de arma de fogo, sendo 2 dentro da residência que estavam, tal qual atingiu Thiago Luis Bernardinelli de 36 que veio a óbito no local, e mais 3 disparos fora.
O irmão da vítima também foi atingido pelos disparos ao tentar intervir na situação, onde foi atingido no braço e não corre risco de vida.
O autor dos disparos se encontra foragido, onde de acordo com a Polícia, o mesmo é muito problemático.
Segundo o Sargento Imoura, os familiares estavam tentando internar a vítima pois possuía problemas com drogas, porém até o momento não haviam conseguido. Ainda de acordo com o Sargento, a vítima também já possuía passagens pela Polícia.
A Prefeitura de Sorriso, por meio da Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Semosp), fará a coleta de resíduos sólidos nos bairros que integram o Setor 3 na próxima semana, de segunda (15) à sexta (20). O Setor 3 é composto pelos bairros: Recanto dos Pássaros, Parque das Araras, Vila Rica, Florais da Mata, Jardim dos Imigrantes, Copenhagem, Mont Serrat, Jardim dos Ipês, Green Park, Terra Ville, Europark, Recanto Seguro e São Conrado.
Serão recolhidos móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; e resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada), que devem ser dispostos em sacos de até 60 kg.
Vale reforçar que é somente neste período de coleta que estes materiais podem ser colocados nas calçadas. Em outros períodos, dispor estes itens nas calçadas pode gerar multas. Já aqueles galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos e Galhadas. É também no Depósito que devem ser destinados os restos de construção civil e resíduos industriais.
Junto com a coleta de entulhos, as equipes da Semosp também estão fazendo o serviço de tapa-buracos nos bairros atendidos pelo Calendário. Tem alguma dúvida? Ligue no 3544 1727, no 3544 0298 ou envie uma mensagem via Whats App para o número 99677 8783.
A partir de segunda-feira (15), os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) de Sorriso voltam a atender as crianças e adolescentes assistidos pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).
De acordo com a coordenadora da Proteção Social Básica, Carla Cardoso, as atividades promovidas em grupos serão retomadas, a princípio, com 50% da capacidade, com previsão de aumento gradativo. “Voltaremos com as oficinas de música, informativa e artesanato, as temáticas centrais com as pedagogas e o monitor de atividades físicas, todas adaptadas para evitar o contato direto entre as crianças”, explica.
A secretária de Assistência Social e primeira-dama do município, Jucélia Ferro, reforça que todos os cuidados de biossegurança serão seguidos, conforme as normas do plano de contingência contra a Covid-19. “Adequamos nossa forma de trabalho para que continuem sendo adotadas todas as ações necessárias para prevenir a Covid-19, por isso, todas as unidades contam com álcool gel, para os atendimentos é indispensável o uso de máscara, e segue mantido o distanciamento adequado entre as pessoas”, diz Jucélia.
Alguns serviços dos CRAS já haviam sido retomados no dia 25, como o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF); inscrições para o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV); orientações sobre benefícios sociais, inscrição ou atualização no Cadastro Único para participação nos programas sociais do Governo Federal; e atendimentos com orientações para benefícios eventuais às famílias e indivíduos em situação de riscos e vulnerabilidades sociais, como o auxílio natalidade, auxílio funeral, documentação civil e alimentação.
A Secretaria de Saúde e Saneamento (Semsas) realiza hoje (13) um mutirão com o objetivo de imunizar idosos e profissionais da saúde. De acordo com o secretário de Saúde e Saneamento, Luís Fábio Marchioro, a intenção é imunizar cerca de 150 idosos e cerca de 80 profissionais de saúde. A vacinação dos idosos está sendo realizada nas Unidades Básicas de Saúde do Jardim Primavera, Rota do Sol, Centro Sul (em frente à Área Verde) e na UBS São Mateus. Já os profissionais da saúde estão sendo imunizados no atual prédio do AME, ao lado do Hospital de Campanha. O mutirão iniciou às 7 horas e seguirá até as 11 horas.
Marchioro pontua que todas as pessoas que serão imunizadas hoje já realizaram o pré-cadastro online para imunização de idosos e profissionais da saúde e que a equipe da Semsas já entrou em contato com todos comunicando. “Só serão imunizadas as pessoas que já foram comunicadas. Não será atendida livre demanda”, reforça o secretário.
Pré-cadastro
Até o fim da tarde de ontem (12), 4.007 pessoas haviam acessado o sistema e preenchido o pré-cadastro online para a vacinação. Destas, 646 são de profissionais da saúde e 3.361 são idosos. O pré-cadastro deve ser feito pelo site da Prefeitura, o https://site.sorriso.mt.gov.br/ . Marchioro pontua que assim que novas doses sejam enviadas pelo Ministério da Saúde, o pré-cadastro será aberto para outros grupos, sempre seguindo a ordem de prioridades estipulada pelo Governo Federal.
Para quem não tem acesso à internet, Marchioro recomenda que procure a Unidade de Saúde da Família mais próxima de sua residência ou a Agente Comunitária de Saúde (ACS) responsável pela sua área. Outra opção ainda é ligar no 150 . “No caso de idosos o cadastro pode ser feito pelo 150; profissionais de saúde não há como porque há necessidade de comprovar o vínculo empregatício”, pontua o secretário. Qualquer dúvida em relação ao cadastro também pode ser esclarecida pelo 150.
Marchioro salienta ainda que a Câmara de Vereadores também se colocou à disposição para a realização do pré-cadastro online. Assim, quem não tem acesso à internet pode procurar a Câmara de Vereadores na Avenida Porto Alegre ou então a Sala do Cidadão no São Domingos. “Agradecemos ao presidente da Casa, Leandro Damiani e aos demais vereadores pelo apoio”, completa o secretário.
Uma carreta carregada de carne foi roubada na manhã desta sexta-feira (12), em Cuiabá. De acordo com informações, o veículo que pertenece a empresa Marfrig seguia para o Estado São Paulo, quando o motorista foi sequestrado ainda na Capital.
A Polícia Militar foi acionada após a empresa perder o sinal de rastreamento com o veículo nas proximidades do Distrito Industrial. Em seguida, foi apontado que a carreta estaria no Bairro Jardim Eldorado, em Várzea Grande.
Os militares realizaram buscas com as equipes da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), mas até o momento o veículo não foi encontrado. O motorista foi liberado pelos criminosos em Cuiabá.
Um morador do Bairro Residencial Vida Nova, em Sinop, no norte do estado, foi morto a tiros na frente da casa onde morava, nessa quarta-feira (10). Cícero de Assis Lima, de 54 anos, morreu antes da equipe de socorro chegar no local.
De acordo com a Polícia Militar, Cícero estava sentada em uma cadeira em frente a casa onde mora, quando dois homens chegaram em uma moto e um deles disparou contra ele.
Segundo a polícia, um vizinho que ouviu o barulho se aproximou para ver o que estava acontecendo. Em seguida, o suspeito armado mirou na direção dele, tentou disparar, mas a arma não tinha mais munição.
Os dois homens fugiram do local. A polícia agora trabalha para encontrar esses criminosos e entender a motivação do crime.
A chuva nas regiões Sudeste e Centro-Oeste — onde estão as hidrelétricas responsáveis por mais da metade da energia gerada no país — ficou abaixo da média em todos os anos da última década, apontam dados do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), órgão ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
A falta de chuva nas duas regiões vem contribuindo para o encarecimento das contas de luz em todo o país.
De acordo com a Associação Brasileira dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), entre 2011 e 2020 as tarifas de energia para consumidores residenciais tiveram aumento médio de 74,3%, passaram de R$ 331 para R$ 577 por megawatt-hora (MWh).
O abastecimento de água nessas duas regiões, que juntas concentram metade da população do país, também vem passando por dificuldades. Algumas cidades de São Paulo, por exemplo, enfrentaram racionamento.
Chuva no Sudeste e Centro-Oeste abaixo da média nos últimos dez anos — Foto: Arte/G1
Especialistas ouvidos pelo G1 avaliam que os dados merecem atenção e defendem ações para evitar uma nova crise.
Uma parte deles diz que os números apontam para risco de manutenção dessa tendência de chuvas abaixo da média nas duas regiões pelos próximos anos, mas outra afirma que não é possível fazer essa previsão e lista outros problemas que podem contribuir para o baixo nível dos reservatórios (leia mais abaixo).
Pesquisador do Grupo de Previsão Climática do Cptec, Leydson Galvíncio Dantas informou que a queda no volume de chuvas da última década pode estar relacionada com o aquecimento global, entre outros fatores.
“Na última década, as chuvas nas regiões Centro-Oeste e Sudeste se tornaram menos frequentes, com acumulado abaixo da climatologia [média]. Os possíveis fatores estão associados ao aumento da temperatura e concentração de CO2 na atmosfera, que altera o ciclo hidrológico da região e proporciona a ocorrência de eventos extremos que causam secas e inundações”, afirmou.
Para Dantas, outro fator, é a frequência dos eventos do fenômeno La Niña na última década, por dificultar o avanço das frentes frias nas duas regiões.
Segundo ele, a diferença entre a chuva esperada e a verificada nas duas regiões — que chegou a 591 mm no Centro-Oeste em 2015, e a 539 mm no Sudeste em 2014 – merece atenção do poder público.
“Essa diferença é considerável. E o mais preocupante é que temos anos seguidos com padrão similar, vários anos sem ter recarga das bacias. Dessa maneira, não tem como ter o armazenamento desejável nos reservatórios”, disse Dantas.
Fontes alternativas e térmicas a gás
Em entrevista ao G1, o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Carlos Ciocchi, afirmou que os dados sobre as chuvas no Sudeste e Centro-Oeste em poder da instituição “são coincidentes” com os apresentados pelo Cptec.
De acordo com Ciocchi, essa queda no volume de chuvas está sendo levada em consideração no planejamento energético.
Ele avalia que, apesar de se manter preponderante no país, a energia hidrelétrica vai parar de crescer nos próximos anos e a expansão da geração se dará por meio de parques eólicos e solares e de termelétricas, especialmente as movidas a gás natural.
“As termelétricas a gás natural, principalmente do pré-sal, são uma grande aposta e uma grande expectativa. Existem vários projetos e programas do governo, a política nacional de gás, e tudo isso me leva a crer que as condições para um aumento significativo desse gás natural como um combustível que vai facilitar a integração dessas energias renováveis [eólica e solar] são também uma grande aposta”, disse.
Contas de luz mais caras
Dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram como a falta de chuvas afetou os reservatórios das hidrelétricas do Sudeste e do Centro-Oeste.
Entre 2011 e 2020, esses reservatórios registraram armazenamento médio de 54,13% ao final de abril, quando termina o período chuvoso nas duas regiões. Na década anterior, entre 2001 e 2010, essa média foi de 76,83%, mais de 20 pontos percentuais acima.
Se conseguiu atravessar a falta de chuvas da última década sem um novo racionamento de energia, o país viu a crise hídrica se refletir em um forte encarecimento das contas de luz. Isso aconteceu porque, para compensar a queda na produção das hidrelétricas, o país precisou acionar mais termelétricas, que geram energia mais cara.
Além disso, os consumidores passaram a conviver com a bandeira tarifária, criada em 2015, e cuja função é justamente aplicar uma cobrança adicional às contas de luz para pagar pelo aumento do custo de produção de energia no país.
Na semana passada, reportagem do G1 mostrou que o volume de água nos reservatórios de hidrelétricas do Sudeste e do Centro-Oeste ao final de janeiro era o mais baixo para o mês desde 2015.
O professor Rafael Rodrigues da Franca, do Departamento de Geografia da Universidade de Brasília (UnB), diz que os dados apontam para “grandes variabilidades de chuva de um ano para o outro”, mas que não é possível afirmar que as duas regiões tenham ficado mais secas na última década.
Segundo ele, é preciso considerar outros fatores na hora de avaliar a queda no nível de armazenamento dos reservatórios vista nos últimos anos.
“A questão é mais complexa, não dá para considerar só chuva, a questão climática. O clima participa, impacta no nível dos reservatórios, mas há muito além disso. Há outras pressões, como a gestão do sistema, a degradação ambiental, a falta de investimentos no aumento da oferta e o aumento da demanda”, apontou.
Professor de Meteorologia e diretor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP), Pedro Leite da Silva Dias avalia que a década passada foi de chuvas abaixo da média nas duas regiões e que há chances de o regime permanecer assim pelos próximos anos. Por isso, defende antecipação de medidas para enfrentar os riscos de falta de energia.
Ele apontou demora para detectar a crise hídrica anterior que atingiu o país, e que levou ao racionamento de energia em 2001.
“O que eu acho mais sensato dizer no momento é que estamos em uma transição induzida pelo aquecimento global. Então, a gente entra num regime que você não encontra análogos no passado”, disse.
“Precisamos de sistemas mais resilientes à variabilidade do clima, diversificar as fontes de energia e fazer a gestão integrada delas. Temos que aprimorar a interligação do sistema, eliminar o desperdício e ampliar os reservatórios”, afirmou.
Estiagem de 2014 fez o Sistema Cantareira, em São Paulo, viver o seu pior momento na história — Foto: Adriano Rosa
Meteorologista e chefe do Serviço de Pesquisa Aplicada do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Danielle Barros Ferreira diz que os dados apontam para “uma anomalia” nas chuvas do Sudeste e do Centro-Oeste nos últimos anos, especialmente a partir de 2014.
Ela ressalva, porém, que não é possível projetar queda no volume de chuvas nas duas regiões para os próximos anos com base no que foi registrado na última década.
“Não dá para pegar o retrato do passado para projetar o futuro. Tenho percebido que está chovendo menos, mas com intensidade maior. Isso tende a ocorrer mas, se vai levar a um problema de abastecimento, não dá pra dizer.”
Doutor em Hidrologia, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e diretor da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa), Jorge Werneck participou da equipe que buscou soluções para a mais recente crise hídrica que atingiu o Distrito Federal e que levou a quase 1 ano e meio de racionamento.
Além da redução, ele aponta para a intermitência das chuvas registradas na região e defende investimentos, melhoria da gestão e ações de combate ao desperdício.
“O que a gente tem observado é não só a redução do volume de chuva mas uma mudança do comportamento das chuvas. O período chuvoso mais curto e também aquelas chuvas intermitentes, que são muito ruins para a recarga dos aquíferos. O solo precisa estar úmido até o lençol freático. Quando para a chuva, as plantas e o sistema puxam a água e isso gera uma redução na água armazenada no solo”, afirmou.