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Criança morre após se engasgar com pipoca no bairro Mário Raiter em Sorriso

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Uma criança de aproximadamente 1 ano e 8 meses morreu após se engasgar com pipoca, em um caso registrado no bairro Mário Raiter. Apesar da rápida mobilização e do trabalho integrado das equipes de emergência, o óbito foi confirmado ainda no local.

De acordo com as informações repassadas pelas equipes, guarnições do Corpo de Bombeiros Militar seguiam para um atendimento clínico de rotina quando o Centro de Operações (COB) solicitou, com urgência, o deslocamento para uma construção de escola no bairro, onde havia relato de uma criança engasgada. A equipe se dirigiu imediatamente ao endereço indicado.

Ao chegar, os bombeiros encontraram a unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já prestando os primeiros socorros. Segundo o relato, entre o momento do engasgo e o início de um atendimento eficaz, transcorreram cerca de 15 minutos, período considerado crítico em situações de obstrução das vias aéreas.

Dentro da ambulância do Samu, foram realizados todos os procedimentos necessários para tentar reverter o quadro. As equipes efetuaram acesso venoso, aspiração das vias aéreas e utilizaram máscara laríngea para ventilação. Também foi instalado o DEA para avaliação do ritmo cardíaco da criança.

Apesar dos esforços conjuntos e de quase uma hora de manobras de reanimação, o quadro não apresentou resposta favorável. O médico do Samu declarou o óbito ainda no local.

Morte de Ivan Bonotto: Justiça vê gravidade e mantém custódia de acusado

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a prisão preventiva do empresário Gabriel Júnior Tacca, investigado por envolvimento no assassinato de Ivan Michel Bonotto, de 35 anos, ocorrido em Sorriso. A decisão reforça o entendimento de que a dinâmica do crime ultrapassa um conflito isolado, envolvendo vínculos pessoais e planejamento prévio.

O pedido de liberdade foi analisado pelo ministro Joel Ilan Paciornik, que concluiu pela necessidade de manutenção da custódia para garantia da ordem pública. Para o magistrado, há elementos suficientes que indicam risco social diante da forma como o crime teria sido arquitetado.

Segundo as investigações, a vítima mantinha relação de proximidade com o casal formado por Gabriel Tacca e a médica S. I. de M. Com o passar do tempo, esse vínculo teria evoluído para um envolvimento amoroso entre Ivan e a médica, fato que, conforme o Ministério Público, desencadeou um cenário de tensão e vingança.

De acordo com a acusação, o homicídio não ocorreu de forma impulsiva. O Ministério Público sustenta que Gabriel Tacca e o comerciante Danilo Carlos Guimarães teriam atuado de maneira coordenada, utilizando a relação de confiança com a vítima para colocá-la em situação de vulnerabilidade. A versão apresentada aponta que houve premeditação e dissimulação, com o objetivo de dificultar qualquer reação de defesa.

Após o ataque,z, Ivan Bonotto ainda foi levado ao hospital, numa tentativa de aparentar socorro e afastar suspeitas imediatas. Para os investigadores, essa conduta reforça a tese de tentativa de ocultação da participação no crime.

O caso foi aprofundado durante a Operação Inimigo Íntimo, deflagrada pela Polícia Civil, que resultou na prisão dos suspeitos. As investigações também apontaram que, após o crime, a médica S. I. de M. teria acessado o celular da vítima e apagado mensagens e arquivos. A conduta foi enquadrada como fraude, sem que haja, até o momento, comprovação de sua participação direta na execução do homicídio.

Ao negar o pedido de liberdade, o STJ destacou que as circunstâncias do caso revelam alto grau de gravidade, especialmente pelo uso de laços pessoais como instrumento para a prática do crime. O processo segue em tramitação na Justiça de Mato Grosso, enquanto os investigados permanecem presos à disposição do Judiciário.

Adolescente de 17 anos é executado a tiros em frente de casa em Peixoto de Azevedo

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Foto @Rotinapolicial_mt

Um adolescente de 17 anos foi morto a tiros na noite de ontem no bairro Jerusalém, em Peixoto de Azevedo, a cerca de 197 quilômetros de Sinop. A morte foi confirmada ainda no local por uma equipe médica acionada para atender a ocorrência.

De acordo com informações registradas no boletim de ocorrência, o jovem estava sentado no muro de sua residência quando uma motocicleta vermelha, sem placa, passou pela rua. Um dos ocupantes sacou uma arma de fogo e efetuou diversos disparos contra a vítima, que caiu gravemente ferida.

O crime ganhou contornos ainda mais chocantes quando, segundo a polícia, após os disparos, um dos suspeitos teria gravado imagens do adolescente já caído e ensanguentado no chão. Na sequência, a dupla fugiu do local e ainda não foi localizada.

A área foi isolada para os trabalhos da Politec, que realizou a perícia técnica para coletar vestígios que possam ajudar na identificação dos autores e na dinâmica do homicídio.

O caso passa a ser investigado pela Polícia Civil, que apura a motivação do crime e busca imagens de câmeras de segurança e informações que possam levar aos suspeitos.

A execução gerou forte comoção no bairro Jerusalém e reacende o alerta sobre a violência envolvendo adolescentes no município. Informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas de forma anônima às forças de segurança.

Tragédia nas férias: empresária de Rondonópolis morre após queda de pilastra no litoral do Ceará

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O que seria um período de descanso terminou em tragédia para a empresária Thayze Moreira Rodrigues, de 43 anos, que morreu após um acidente doméstico enquanto passava férias no litoral do Ceará. Natural de Rondonópolis, ela estava na localidade de Cabra Morta, área pertencente ao município de Paracuru, quando a estrutura que sustentava uma rede cedeu repentinamente.

De acordo com relatos da imprensa local, a empresária havia amarrado a rede a uma pilastra e se deitado. Em seguida, a base de sustentação não resistiu e caiu, atingindo a cabeça da vítima. O impacto provocou ferimentos graves, e Thayze não resistiu.

A notícia causou forte comoção em Rondonópolis, onde a empresária era conhecida por sua atuação no setor de vidraçaria. Em nota oficial, a Prefeitura destacou a trajetória profissional de Thayze, lembrando que ela iniciou a vida no empreendedorismo ainda jovem, ao lado do pai, Angelo (in memoriam), e que assumiu a condução do negócio da família há cerca de seis anos.

A família informou que o corpo será cremado, e as cinzas lançadas ao mar, em respeito a um desejo pessoal da empresária. Thayze deixa uma filha.

O caso chama atenção para os riscos de acidentes domésticos, inclusive em ambientes de lazer, e reforça a importância da avaliação estrutural adequada de suportes e instalações aparentemente simples, como redes de descanso.

Incêndio destrói carro funerário na BR-163 durante traslado de corpo em Rondonópolis

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Foto Ilustrativa

Um carro de funerária foi completamente destruído por um incêndio na madrugada desta quarta-feira (7), na BR-163, em Rondonópolis, nas proximidades do posto Trevão. O veículo transportava um caixão com o corpo de uma mulher, que seria levado para São Paulo.

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, as equipes foram acionadas após relatos de chamas intensas às margens da rodovia. Ao chegarem, encontraram um Volkswagen Santana, ano 2000, já tomado pelo fogo. O motorista informou que seguia viagem quando percebeu o incêndio e conseguiu parar o veículo a tempo.

Com apoio de testemunhas, a urna funerária foi retirada do automóvel antes que as chamas se alastrassem ainda mais. Tentativas iniciais de contenção do fogo foram feitas no local, mas apenas os bombeiros conseguiram extinguir completamente o incêndio. O carro teve perda total.

As causas do incêndio ainda não foram identificadas. A Nova Rota do Oeste, concessionária responsável pela administração da rodovia, prestou apoio no local e auxiliou na continuidade do traslado do caixão com os restos mortais, garantindo a segurança e a logística necessárias após o incidente.

Apesar do susto e dos danos materiais, não houve registro de feridos. O caso será apurado para identificar as circunstâncias que levaram ao incêndio.

Defesa de Bolsonaro pede exames hospitalares após relato de queda em cela; STF aguarda esclarecimentos

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foto: VINÍCIUS SCHMIDT

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para a realização de exames médicos em ambiente hospitalar, após o político relatar uma queda dentro da cela durante a madrugada. O pedido prevê a condução ao Hospital DF Star, em Brasília.

Mais cedo, o ministro Alexandre de Moraes afirmou não haver, até o momento, necessidade de remoção imediata. O magistrado requisitou informações detalhadas sobre quais exames seriam realizados e solicitou o laudo médico produzido pela Polícia Federal (PF).

Na petição, os advogados anexaram solicitação de médicos que acompanham Bolsonaro, apontando “quadro clínico compatível com traumatismo craniano, síncope noturna associada a queda, crise convulsiva a esclarecer, oscilação transitória de memória e lesão cortante em região temporal direita”. Os profissionais recomendam, de forma expressa, tomografia computadorizada e ressonância magnética do crânio, além de eletroencefalograma.

Segundo a defesa, os exames seriam “essenciais para adequada avaliação neurológica” e deveriam ocorrer em hospital especializado, com o objetivo de afastar risco de agravamento do quadro e prevenir possíveis complicações.

Em nota divulgada na tarde desta terça-feira (6), a PF informou que foram constatados apenas ferimentos leves e que o médico da instituição “não identificou necessidade de encaminhamento hospitalar, sendo indicada apenas observação”. Com base nesse comunicado, Moraes destacou que, por ora, não há indicação de remoção imediata do custodiado e pediu a relação dos exames para avaliar se podem ser realizados na própria unidade prisional. Bolsonaro cumpre pena na Superintendência da PF em Brasília.

O episódio foi mencionado publicamente pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que afirmou nas redes sociais que o ex-presidente “não está bem” e teria batido a cabeça após uma “crise” enquanto dormia.

O STF aguarda as informações complementares para decidir sobre a eventual autorização de exames fora do sistema prisional.

Homem é morto a tiros dentro da própria oficina em Sorriso

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Foto EstadãoMT

Um homem identificado como Sidney Antônio, de 46 anos, morreu na noite desta segunda-feira (5) no Hospital Regional de Sorriso, após ser baleado dentro da própria oficina, localizada na Rua Mafra, no bairro Jardim Primavera. O crime ocorreu durante a tarde e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Polícia Civil.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima foi encontrada consciente, porém em estado grave, com duas perfurações causadas por arma de fogo, sendo uma com entrada pelas costas e saída pelo abdômen. Sidney apresentava dificuldade respiratória, sudorese intensa e sinais compatíveis com pneumotórax, sendo encaminhado com urgência ao hospital, onde não resistiu aos ferimentos horas depois.

Testemunhas relataram que suspeitos chegaram ao local em uma motocicleta, anunciaram um assalto e, durante a ação, efetuaram os disparos. Há indícios de que a vítima tenha reagido, o que teria provocado luta corporal antes da fuga dos autores. A dinâmica exata ainda é apurada pelas autoridades.

A Polícia Militar informou que ao menos três pessoas teriam participado da ação criminosa. Durante as diligências, uma arma de fogo e munições foram apreendidas e uma motoneta, supostamente utilizada pelos suspeitos, foi localizada. Ainda no decorrer da ocorrência, um homem baleado deu entrada na UPA de Sorriso, levado por terceiros, sendo identificado como um dos envolvidos no crime e permanecendo sob custódia policial.

Paralelamente à investigação do homicídio, a Polícia Civil apura se Sidney Antônio era o condutor de um veículo envolvido em um atropelamento ocorrido no dia 1º de novembro do ano passado, no bairro São José, que resultou na morte do adolescente Guilherme da Silva Diniz, de 14 anos. Na ocasião, houve colisão entre um carro de passeio e uma motocicleta conduzida pelo menor, que sofreu fraturas graves e morreu após ser socorrido.

No interior do veículo envolvido naquele acidente foi encontrada uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em nome de Sidney, fato que passou a integrar o inquérito policial. As autoridades destacam que os casos são investigados separadamente, sem conclusões antecipadas, e que todas as informações serão analisadas para esclarecer tanto o homicídio quanto o possível envolvimento da vítima no atropelamento.

Caso Eliza Samudio: passaporte encontrado em Portugal reacende debates, mas não muda conclusão judicial

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O caso envolvendo Eliza Samudio voltou ao debate público após a divulgação de que um passaporte em nome da vítima foi encontrado em Portugal e entregue às autoridades brasileiras. O documento, considerado original, possui carimbo de entrada no país europeu datado de 2007, anterior ao desaparecimento e à morte de Eliza, oficialmente reconhecida em 2010.

O achado foi comunicado por um brasileiro que residia em uma casa compartilhada no exterior e ganhou repercussão após entrevista à Leo Dias TV. Apesar da curiosidade gerada, especialistas e autoridades ressaltam que o documento, por si só, não altera a conclusão do processo já julgado pela Justiça brasileira.

O desaparecimento de Eliza Samudio foi investigado, denunciado e julgado, resultando na condenação do ex-goleiro Bruno Fernandes como mandante do crime. O corpo da vítima nunca foi localizado, mas a Justiça reconheceu a materialidade do homicídio com base em provas testemunhais, periciais e circunstanciais.

Autoridades explicam que passaportes podem permanecer em circulação por anos, mesmo após a morte do titular, e que a existência do documento fora do país não comprova que a vítima esteja viva. Até o momento, nenhuma nova investigação oficial foi reaberta, e o caso segue encerrado do ponto de vista jurídico.

Abiove deixa Moratória da Soja após nova lei de Mato Grosso, anuncia governo estadual

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Foto MT Notícias

O Governo de Mato Grosso informou nesta semana que foi comunicado oficialmente da desfiliação da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais da Moratória da Soja. A decisão ocorre após a regulamentação da Lei Estadual nº 12.709/2024, que entrou em vigor no dia 1º de janeiro e redefine critérios para a concessão de incentivos fiscais no estado.

Para o governador Mauro Mendes, a saída da Abiove do acordo representa uma vitória institucional e jurídica para Mato Grosso. Segundo ele, a medida garante segurança jurídica aos produtores rurais, ao estabelecer que as exigências ambientais devem seguir exclusivamente o que determina a legislação brasileira. “O Código Florestal passa a ser a única baliza. Aqui estavam sendo impostas regras muito além da lei, o que gerava prejuízos aos produtores”, afirmou.

Mauro Mendes ressaltou ainda que o Estado não defende o desmatamento ilegal e que a legislação ambiental brasileira já é considerada uma das mais rigorosas do mundo. No bioma amazônico, por exemplo, apenas 20% da área pode ser utilizada economicamente, sendo obrigatória a preservação de 80% da vegetação nativa. “A maioria dos produtores apoia o cumprimento da lei, pois sabe que o desmatamento ilegal prejudica o meio ambiente, a imagem do país e o próprio agronegócio”, completou.

Criada em 2006, a Moratória da Soja é um acordo voluntário firmado por empresas exportadoras que proíbe a compra de soja cultivada em áreas desmatadas na Amazônia, mesmo quando o desmate ocorreu dentro dos limites legais. Na prática, a Lei Estadual nº 12.709/2024 impede a concessão de incentivos fiscais a empresas que mantenham adesão a esse tipo de restrição paralela à legislação nacional.

A Abiove, que representa grandes empresas de processamento, industrialização e comercialização de soja, afirmou que a decisão de se desligar da moratória considera a necessidade de segurança jurídica como pilar do desenvolvimento econômico, ao mesmo tempo em que busca manter o acesso da soja brasileira aos mercados internacionais. Para o governo estadual, o encerramento desse impasse abre caminho para um novo equilíbrio entre produção, legalidade ambiental e competitividade do agronegócio em Mato Grosso.

Obras de quatro novos Hospitais Regionais avançam e ampliam rede de saúde em Mato Grosso

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Foto Assessoria

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso informou que as obras dos quatro novos Hospitais Regionais em construção no estado avançaram de forma significativa e seguem dentro do cronograma previsto. As unidades estão localizadas em Alta Floresta, Confresa (Hospital Regional do Araguaia), Juína e Tangará da Serra, com projetos arquitetônicos que preveem cerca de 18 mil metros quadrados de área construída cada, incluindo edificações principais e estruturas de apoio.

Segundo o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, as obras fazem parte de uma estratégia para reduzir os chamados vazios assistenciais e ampliar o acesso da população a serviços de média e alta complexidade. “Estamos construindo quatro Hospitais Regionais de forma simultânea para evitar que os pacientes precisem percorrer longas distâncias em busca de atendimento especializado”, destacou.

Entre as unidades, o Hospital Regional de Alta Floresta é o mais avançado, com 97% de execução, e deve ser o primeiro a ser entregue, com previsão de conclusão ainda no primeiro semestre de 2026. O investimento na obra é de R$ 186 milhões. Já o hospital de Juína alcançou 56% de andamento, com custo estimado de R$ 135 milhões, enquanto o Hospital Regional do Araguaia, em Confresa, chegou a 51% de execução, dentro de um orçamento de R$ 147 milhões.

A obra do Hospital Regional de Tangará da Serra atingiu 53% de execução, com investimento previsto de R$ 139 milhões. De acordo com a secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, o avanço registrado ao longo do último ano reflete o compromisso do Estado em entregar unidades modernas e funcionais. Ela destacou que os novos hospitais seguem o mesmo padrão de qualidade adotado em projetos recentes, como o Hospital Central, em Cuiabá, e o Lacen.

Quando concluídos, os quatro Hospitais Regionais contarão com 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de UTI, incluindo atendimento adulto, pediátrico, neonatal e semi-intensivo neonatal, ampliando significativamente a capacidade da rede pública para procedimentos de média e alta complexidade em diversas regiões de Mato Grosso.