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Sorriso amanhece com temperatura de 15°C

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Como previsto, Sorriso amanheceu com baixas temperaturas nesta manhã de sexta-feira (21), tendo mínimas de até 15°C.

Hoje será um dos dias mais frios na Capital do Agronegócio, onde permanecerá com sol, muitas nuvens e períodos de céu nublado com máxima podendo chegar à 25°C.

Amanhã (22) as temperaturas permaneceram baixas, possuindo mínima de 14°C e máxima de 28°C.

Já no fim de semana as temperaturas começam a subir, voltando ao normal, com máxima de 33°C e mínima de 17°C.

MT Notícias

Saúde Preço de medicamentos hospitalares sobe 16% na pandemia

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Remédios

O preço dos medicamentos vendidos aos hospitais do país subiu 16,4% durante os cinco primeiros meses da pandemia da covid-19 no Brasil, de março e julho. Os dados, divulgados hoje (20), são do Índice de Preços de Medicamentos para Hospitais (IPM-H), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e da Bionexo.Saúde Preço de medicamentos hospitalares sobe 16% na pandemia Brasil Sorriso Mato GrossoSaúde Preço de medicamentos hospitalares sobe 16% na pandemia Brasil Sorriso Mato Grosso

Segundo o levantamento, a alta foi impulsionada por três grupos de medicamentos utilizados no tratamento de pacientes com a covid-19: suporte ao aparelho cardiovascular, com elevação de 92,6%; sistema nervoso, de 66%; e aparelho digestivo e metabolismo, de 50,4%. Os aumentos principais foram de remédios relacionados a analgesia, anestesia, suporte ventilatório e suporte vital.

Também apresentaram aumento expressivo os preparados hormonais sistêmicos, de 21,8%, e do sistema musculoesquelético, de 18,2%, utilizados nas unidades de terapia intensiva (UTI).

“Entre os fatores que contribuíram para o aumento dos preços observado pode-se destacar dois. O primeiro deles, que tem impacto abrangente, foi a desvalorização cambial, que afeta o preço de medicamentos e insumos cujos mercados estão atrelados à moeda estrangeira. O segundo aspecto, mais específico, foi o aumento brusco da demanda das unidades de saúde por medicamentos associados aos cuidados dispensados aos pacientes da covid-19, principalmente aqueles em estado mais grave”, disse o coordenador de pesquisas da Fipe, Bruno Oliva.

Julho

Em julho, o preço dos remédios hospitalares registrou um avanço de 1,74%, resultado que representa uma aceleração menor em relação à variação observada no mês anterior, de 4,58%. No acumulado do ano, de janeiro a julho, o índice registra alta de 18,72%.

De acordo com a Fipe, entre os motivos que podem ter contribuído para a aceleração menor no último mês estão a estabilização da taxa de câmbio, a reestruturação gradual das condições de mercado, a queda dos casos de covid-19 nos grandes centros urbanos do país, e a readequação, ainda que parcial, das condições de oferta após o choque inicial.

Fonte: Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Petrobras eleva gasolina em 6% e diesel em 5%

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Brasília - Postos de combustíveis ajustam os preços e repassam para o consumidor o aumento da alíquota do PIS e Cofins pelo litro da gasolina(Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A Petrobras anunciou, nesta quinta-feira (20), reajuste nos preços da gasolina, de 6%, e do diesel, de 5%. Os novos preços valem a partir desta sexta-feira (21) e são referentes ao cobrado nas vendas às distribuidoras. O valor final nos postos para os motoristas agrega outros custos e varia segundo o mercado.Petrobras eleva gasolina em 6% e diesel em 5% Brasil Sorriso Mato GrossoPetrobras eleva gasolina em 6% e diesel em 5% Brasil Sorriso Mato Grosso

De acordo com o levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 8 e 15 de agosto, o preço médio da gasolina comum no país foi de R$ 4,234. O diesel S-500 foi de R$ 3,364. O etanol, de R$ 2,769. E o gás de cozinha, de R$ 70,01, para o botijão de 13 kg.

Os preços são referentes ao valor vendido para as distribuidoras a partir das refinarias. O valor final ao motorista dependerá do mercado, já que cada posto tem sua própria política de preços, sobre os quais incidem impostos, custos operacionais e de mão de obra.

“Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explica, em nota, a estatal.

Segundo a companhia, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A: gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. “Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis”.

Fonte: Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Sinop: PRF apreende arma artesanal

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Na tarde de quarta-feira (20), uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma arma artesanal e prendeu um homem de 34 anos, em Sinop.

Durante fiscalização na BR-163, os policiais abordaram a motocicleta Honda/Nxr 150 Bros, de cor preta e no momento em que o condutor desceu do veículo, a arma caiu no chão. Ela estava presa entre o corpo do condutor e o assento do veículo.

O armamento não possuía número de série, nem calibre definido e segundo informações do proprietário, era um presente recebido de um parente.

A ocorrência foi encaminhada para Polícia Civil em Sinop.

SECOM PRF MT

Carga com 286 mil maços de cigarro avaliada em R$ 1,4 milhão é apreendida pela polícia em MT

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Uma carga com 286 mil maços de cigarro foi apreendia pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em conjunto com a Polícia Militar na tarde dessa quarta-feira (19), em Santo Antônio do Leverger, a 35 km de Cuiabá.

Os produtos estão avaliados em R$ 1,4 milhão, segundo a polícia.

Carga está avaliada em R$ 1,4 milhão  — Foto: Polícia Militar

Carga está avaliada em R$ 1,4 milhão — Foto: Polícia Militar

De acordo com a PRF, uma equipe da Polícia Militar pediu apoio para acompanhamento tático de um veículo que possivelmente seria um batedor de um caminhão, nas imediações da BR-364.

Ao chegar ao local indicado, as equipes encontraram somente um caminhão com placas de Cuiabá conduzido por um homem de 61 anos.

Ação da PM e PRF apreendeu mais de 280 mil maços de cigarro — Foto: Polícia Militar

Ação da PM e PRF apreendeu mais de 280 mil maços de cigarro — Foto: Polícia Militar

Durante a abordagem, o motorista respondia tudo prontamente, até o momento em que a equipe solicitou para verificar a carga. Muito nervoso, segundo a polícia, o motorista confirmou que estava com o caminhão carregado de cigarros e que receberia certa quantia em dinheiro para realizar o transporte.

A mercadoria foi carregada em Novo Mundo (MS) e seria entregue em Cuiabá. No caminhão, havia 28,6 mil pacotes de cigarro, com 10 maços em cada pacote.

O motorista, o veículo e a carga foram encaminhados pela PM para a base da Polícia Federal, em Cuiabá.

Fonte: G1MT

Fogo já consumiu mais de 10% do Pantanal em 2020

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Assustador e sem precedentes: é assim que quem conhece e monitora o Pantanal descreve a situação da região, continuamente castigada por incêndios. Só em 2020, o fogo já consumiu 17.500 quilômetros quadrados de mata, o equivalente a mais de 10% da área do total de um dos biomas mais importantes do mundo.

Desde 1998, quando o monitoramento das queimadas no Pantanal foi iniciado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), nunca houve tantos focos de calor entre janeiro e agosto como agora: foram 7.727 registrados até 18 de agosto. Um aumento de 211% em relação ao mesmo período do ano passado.

O fogo no Pantanal não tem poupado sequer animais que conseguiam escapar das chamas a tempo: cenas de jacarés, macacos, cobras e antas carbonizadas chocam quem trabalha na região.

“A extensão, a velocidade com que as chamas se espalham é assustadora”, afirma Felipe Dias, diretor executivo do Instituto SOS Pantanal. Os prejuízos materiais e o impacto sobre a vida natural ainda estão sendo levantados.

“O problema é que o fogo tem sido recorrente. Ele normalmente não voltava a uma região atingida. O que vemos agora é que os incêndios estão se repetindo nas mesmas regiões”, completa.

Ação humana

“Historicamente, a mobilização dos órgãos oficiais para combater o fogo começa em julho. Mas neste ano já estamos lutando desde fevereiro, tentando evitar com que as chamas cheguem em áreas protegidas e até em escolas”, diz à DW Brasil Angelo Rabelo, que implantou na década de 1980 a Polícia Ambiental em Corumbá, Mato Grosso do Sul, e fundador do Instituto Homem Pantaneiro.

Iniciado, segundo monitores, em mais de 90% dos casos por ação humana, o fogo encontra uma mata seca, esturricada, que funciona como um combustível poderoso.

Chamas avançam em áreas de mata no Pantanal — Foto: João Paulo Gonçalves/Corpo de Bombeiros - MT

Chamas avançam em áreas de mata no Pantanal — Foto: João Paulo Gonçalves/Corpo de Bombeiros – MT

“Já está tudo muito queimado, e o fogo ainda não acabou. Estamos à espera de uma grande chuva”, lamenta por sua vez Neiva Guedes, pesquisadora e presidente do Instituto Arara Azul, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

Os indícios de que essa seria uma temporada severa vieram em fevereiro, época em que o Pantanal deveria estar coberto pela água. A área sofre influência dos rios que drenam a bacia do Alto Paraguai e que, quando transbordam durante a época de chuvas, de novembro a maio, alagam até dois terços da planície.

“Estamos num ano extremamente seco, poucas chuvas e, na maior parte dos rios, não teve inundação. Foram poucas chuvas e pouca inundação, com temperaturas muito altas”, comenta o cenário prévio à catástrofe Danilo Bandini, pesquisador da UFMS, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

Refúgio ameaçado

Numa zona pantaneira de difícil acesso em Mato Grosso, o entorno do refúgio das araras azuis ainda está em chamas. O santuário, área repleta de bocaiúvas, um tipo de palmeira, dentro de uma fazenda, abriga 20% da população dessa ave no Pantanal.

“O refúgio é um lugar único”, afirma Neiva Guedes, que estuda as araras azuis há três décadas. “A gente sente como se fosse a nossa própria pele queimando”, diz sobre o choque diante do cenário atual.

Cobra não consegue escapar de incêndio no Pantanal de Mato Grosso do Sul. — Foto: Silas Ismael/Arquivo Pessoal

Cobra não consegue escapar de incêndio no Pantanal de Mato Grosso do Sul. — Foto: Silas Ismael/Arquivo Pessoal

A queimada, que teria consumido 70% da fazenda onde fica o refúgio, traz um impacto grande sobre a espécie. “Ninho com ovos e filhotes são perdidos, há mortalidade por fumaça, calor, estresse dos pais, a perda de araras, das cavidades que elas ocupam”, diz Guedes.

As repercussões vão perdurar. “A médio e longo prazo, haverá falta de comida, de água. Aumenta a predação de juvenis e de adultos porque falta comida, há briga pelas cavidades”, explica a pesquisadora.

As conclusões vêm da experiência de 2019, quando o fogo destruiu parte do Refúgio Ecológico Caiman, em Miranda, no Mato Grosso do Sul, e atingiu ninhos de araras. Propriedade particular, a fazenda desenvolve três atividades: ecoturismo, pesquisa de conservação e pecuária.

Fora da lista brasileira de espécies em extinção desde 2014, mas considerada espécie vulnerável na lista internacional, a arara azul pode voltar para a zona de perigo extremo devido aos incêndios.

“É um risco que não só as araras estão correndo. O impacto dessas queimadas é gigantesco. Já pensou nos insetos, que não conseguem voar grandes extensões e que foram perdidos, mas que têm um papel fundamental nos ecossistemas?”, comenta Guedes.

Pouca proteção

Com suas nascentes principalmente no cerrado, que conta com menos de 50% de sua vegetação nativa, os rios que banham o Pantanal vêm sofrendo cada vez a influência da agropecuária.

“O uso e ocupação do solo tem grande influência. Nos últimos anos, a coisa pode ser agravada pela chegada de muitas fazendas de agricultura”, analisa José Marengo, pesquisador do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais).

Além do desmatamento no próprio bioma, a destruição da mata na Floresta Amazônia também influencia o regime das águas no Pantanal: parte das chuvas vem da umidade da Floresta Amazônica, por meio dos chamados rios voadores.

Até o fim da temporada da seca, a expectativa é desanimadora. “Estamos contanto com redução de algumas espécies. Muitas delas já são ameaçadas, e o fogo atual pode ter um efeito de piorar o status de conservação”, prevê Danilo Bandini, pesquisador da UFMT.

Região repleta de fazendas de gado, o Pantanal tem apenas 3,5% de seu território protegido por unidades de conservação onde, até o momento, não há registro de focos de calor pelo Inpe.

“Não há como dissociar o que está acontecendo agora com a relação que o homem tem com a natureza. Achar que é normal é um equívoco”, diz Angelo Rabelo, numa referência à pandemia e às queimadas.

“Temos que repensar essa relação e cuidar dessas áreas que cumprem um papel determinante para proteger espécies que podem, no futuro, trazer soluções de doenças que ainda nem apareceram”, finaliza.

Fonte: G1

Sorriso: Indivíduo com caminhonte roubada perseguido pela policia é menor

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O indivíduo que protagonizou uma perseguição polícial pela BR163 na manhã de ontem é menor de idade, tem apenas 16 anos e reside em Sinop.

A caminhonete foi tomada em um assalto a residência em Vera e interceptada pela PM de Sorriso.

Veja novamente o video da perseguição:

https://www.facebook.com/mtnoticias.net/posts/3392665880785064/

Sorriso: Indivíduo toma bolsa de mulher e foge pra Área Verde

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Uma mulher de 51 anos estava por volta das 08h30 de ontem(20) na rua Marginal Direita, próximo ao cruzamento com a Av. Natalino João Brescansin quando um indivíduo magro, com tatuagem na perna passou correndo e subtraiu a sua bolsa.

O indivíduo fugiu para dentro da Área Verde e a vítima com medo não foi atrás.

Na bolsa estava um diploma de psicóloga, 50 reais, um celular Samsung modelo simples.

MT Noticias

Fumaça de queimadas interdita trecho da BR-163 em Mato Grosso

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O tráfego na BR-163, entre o km 510 e o km 520, em Diamantino, a 203 km de Cuiabá, foi totalmente bloqueado na tarde desta quinta-feira (20) por medida de segurança devido às queimadas.

De acordo com a Rota do Oeste, a concessionária e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) identificaram a presença fumaça na rodovia, proveniente de queimadas que ocorrem na região.

Por ser um risco aos condutores na falta de visibilidade na pista, o trecho foi bloqueado.

As equipes operacionais da Concessionária estão no local sinalizando a pista e orientando os motoristas.

Queimadas

Mato Grosso manteve sua posição como segundo estado que mais desmata a floresta amazônica em território brasileiro, atrás apenas do Pará. Foram 1.880 km² de áreas com alertas de desmatamento entre agosto de 2019 e julho de 2020 na região mato-grossense do bioma, um aumento de 31% em relação ao mesmo período entre 2018 e 2019, quando registrou 1.436 km², conforme dados do Instituto Centro de Vida (ICV).

Fonte: G1MT

Desemprego diante da pandemia tem alta de 20,9% entre maio e julho, aponta IBGE

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A pandemia do coronavírus fez o número de desempregados no Brasil aumentar em 20,9% entre maio e julho. É o que apontam os dados divulgados nesta quinta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Além do aumento do desemprego, a pesquisa mostrou que:

  • Caiu em 3,5% o número de trabalhadores ocupados na comparação com maio
  • O país perdeu 1,9 milhões de trabalhadores informais em três meses
  • Houve queda de 42,6% no número de trabalhadores afastados devido ao isolamento social
  • 3,2 milhões de trabalhadores afastados ficaram sem remuneração em julho
  • 4 milhões de brasileiros recorreram a empréstimos financeiros na pandemia

De acordo com o levantamento, o país encerrou o mês de julho com 12,2 milhões de desempregados, cerca de 2,1 milhões a mais que o registrado em maio, quando somavam, aproximadamente, 10,1 milhões de pessoas.

Com isso, a taxa de desemprego passou de 12,4% em junho para 13,1% em julho.

Ainda segundo o levantamento, o número de trabalhadores ocupados teve queda de 3,5% entre maio e julho, passando de 84,4 milhões para 81,4 milhões. Ou seja, em três meses caiu em 2,9 milhões o número de pessoas ocupadas no mercado de trabalho.

Em três meses, aumentou em 2,1 milhões o número de desempregados no Brasil, segundo o IBGE — Foto: Economia/G1

Em três meses, aumentou em 2,1 milhões o número de desempregados no Brasil, segundo o IBGE — Foto: Economia/G1

O levantamento foi feito por meio da Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil.

De acordo com a Pnad Contínua, em junho o país somou 12,8 milhões de desempregados, deixando a taxa de desemprego em 13,3%. No mesmo mês foi registrada nova queda recorde no número de trabalhadores ocupados. Os dados do mercado de trabalho referente ao mês de julho deverão ser divulgados somente no final de setembro.

Sudeste e Norte lideram alta do nº de desempregados

Entre as grandes regiões do país, a maior alta no desemprego foi observada no Sudeste, onde o contingente de desempregados passou de 4,7 milhões em maio para 5,8 milhões em julho – uma alta de 25% em três meses.

A segunda maior alta ocorreu no Nordeste, onde os desempregados somavam 2,9 milhões em julho, 23% a mais que o registrado em maio, quando eram 2,4 milhões.

No Norte, a alta foi de 21% no mesmo período, passando de 786 mil desempregados em maio para 949 mil em julho. Já no Sul, a alta foi de 14% em três meses, com o número de desempregados passando de 1,4 milhões para 1,5 milhões.

Já a menor alta foi observada no Centro-Oeste, onde o número de desempregados passou de 927 mil em maio para 973 mil em julho – um aumento de 5%.

Regiões Sudeste e Norte foram as que registraram as maiores altas nos números de desempregados — Foto: Economia/G1

Regiões Sudeste e Norte foram as que registraram as maiores altas nos números de desempregados — Foto: Economia/G1

Queda na informalidade

O trabalho informal, apontado pelo IBGE como a via que seguro a ocupação no mercado de trabalho, também foi afetado pela pandemia. Na comparação com maio, diminuiu em 1,9 milhão o número de pessoas atuando na informalidade no país, o que corresponde a uma queda de 6,4% no período.

De acordo com o levantamento, o país tinha cerca 29,3 milhões de trabalhadores informais em maio. Em junho, esse número caiu para 29 milhões e chegou a 27,4 milhões em julho.

Com isso, a taxa de informalidade ficou em 33,6% em julho – em maio, ela era de 34,7%.

“O trabalhado informal é uma mão de obra que entra e sai do mercado de trabalho com muita volatilidade. Então, como estamos fazendo análises de um tempo muito curto, é possível que esse número oscile com mais intensidade”, apontou a gerente da pesquisa, Maria Lúcia Vieira.

O IBGE considera como trabalhador informal aqueles empregados no setor privado sem carteira assinada, trabalhadores domésticos sem carteira, trabalhadores por conta própria sem CNPJ e empregadores sem CNPJ, além de pessoas que ajudam parentes.

Cai o nº de trabalhadores afastados e sem remuneração

A pesquisa mostrou que, em julho, cerca de 6,8 milhões de pessoas trabalhadores que estavam afastados do trabalho devido ao isolamento social promovido pela pandemia. Na comparação com junho, houve queda de 42,6% do número de trabalhadores nesta condição.

“Isso corresponde a menos da metade das pessoas que estavam afastadas em maio, quando a pesquisa começou. Elas retornaram ao trabalho ou podem ter sido demitidas”, explicou Maria Lúcia.

O levantamento mostrou, também, que cerca de 3,2 milhões de trabalhadores ficaram sem a remuneração do trabalho em julho, o que representa 32,4% do total de pessoas afastadas do trabalho. Em junho, quase metade dos afastados (48,4%) havia ficado sem remuneração.

No grupo dos não afastados do trabalho, 8,4 milhões estavam trabalhando de forma remota, o que corresponde a 11,7% da população ocupada que não estava afastada. Na comparação com maio, diminuiu em cerca de 300 mil o número de trabalhadores em home office.

Fonte: G1