O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública, trabalha para ampliar em quase 4 mil o número de vagas na administração penitenciária. O déficit de vagas será reduzido até 2022 com a conclusão de duas unidades prisionais: a Penitenciária de Jovens e Adultos em Várzea Grande com 1.008 vagas e quase 300 no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Peixoto de Azevedo. Além disso, reformas das cadeias e penitenciárias, vão gerar mais espaços com retirada de excessos nas celas, e a construção de novos blocos nas quatro maiores unidades do estado.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!A população carcerária de Mato Grosso atual está em torno de 12 mil presos, mas a capacidade das unidades prisionais é de 6.669 vagas em 53 estabelecimentos.
Com as reformas, estima-se que devem ser abertas cerca de 600 vagas. Só com a Operação na Penitenciária Central do Estado (PCE) foram abertos quase 150 leitos a mais.
Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmando entre o Governo de Mato Grosso e o Tribunal de Justiça, por meio do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Penitenciário, coordenado pelo desembargador Orlando Perri, estabeleceu que serão construídos novos blocos de 430 vagas na PCE, na Penitenciária da Mata Grande (Rondonópolis), Ferrugem (Sinop) e de Água Boa, totalizando 1.720 novas vagas.
“Com esse planejamento vamos chegar a 10 mil vagas no sistema penitenciário e reduzir a superlotação. Também trabalhamos para implantar um espaço para RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) para lideranças do crime, com 54 celas individuais”, destacou o secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante.
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