O desaparecimento de Vanderléia Neves da Rocha, de 38 anos, mobilizou equipes de resgate e investigação ao longo de dois dias e terminou de forma trágica com a localização do corpo no rio Lira, neste sábado (27). O caso chama atenção não apenas pelo desfecho, mas também pela complexidade das buscas e pelas circunstâncias que envolvem o afogamento.
Desde a notificação do sumiço, registrada ainda na quinta-feira (25), o Corpo de Bombeiros concentrou os trabalhos no ponto indicado como provável local do afogamento. As buscas começaram com mergulhos ainda na manhã de sexta-feira e avançaram para varreduras com embarcações. O mau tempo dificultou os trabalhos e forçou a interrupção temporária das ações, que foram retomadas no dia seguinte com a mesma estratégia.
O corpo de Vanderléia foi localizado boiando, preso a uma área de galhadas, a cerca de 250 a 300 metros do local onde ela teria entrado no rio. A retirada ocorreu com apoio dos bombeiros, permitindo o acesso da Polícia Civil e da Politec, que realizaram os primeiros exames ainda às margens do rio. Segundo a perícia, não foram identificados sinais aparentes de violência, reforçando, de forma preliminar, a hipótese de afogamento.
De acordo com o boletim de ocorrência, Vanderléia estava acompanhada de outras duas pessoas momentos antes do desaparecimento. Após entrar na água, ela não retornou, o que levou à comunicação imediata às autoridades. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde exames de necropsia deverão confirmar oficialmente a causa da morte. O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades, enquanto familiares e amigos aguardam respostas definitivas sobre o ocorrido.
